# started 2012-07-23T01:32:28Z "Albino Maria Pereira Forjaz de Sampaio foi um escritor e bibliógrafo português, autor de um dos livros mais vendidos em Portugal durante o século XX, Palavras Cínicas, lançado em 1905, que à morte do autor tinha já 46 edições."@pt . "Anno Domini, também apresentado na sua forma abreviada como A.D. é uma expressão utilizada para marcar os anos seguintes ao ano 1 do calendário mais comumente utilizado no Ocidente, designado como \"Era Cristã\" ou, ainda, como \"Era Comum\" (esta última designação é a preferida por quem tenta evitar referências religiosas). Em português, é usual utilizar a abreviatura \"d.C. \" - ou seja, \"depois de Cristo\" para o mesmo efeito. Segundo este critério, também se utiliza a abreviatura \"a.C. \" para designar os anos \"antes de Cristo\" ou \"antes da Era Comum\" \"\" . Esta era cronológica (\"Era Cristã\" ou \"Era Comum\"), que é globalmente adaptada, mesmo em países de cultura maioritariamente não-cristã, para efeitos de unanimidade de critérios em vários âmbitos, como o científico e comercial, foi organizado de forma a contar o suposto ano do nascimento de Cristo como ano 1, marcando uma linha divisória no tempo. A contagem dos anos assemelha-se à ordem dos números inteiros (com a excepção de que não existiu um ano zero - pelo que o ano 1 a.C. foi imediatamente sucedido pelo ano 1 d.C. ), pelo que também é comum referir os anos antes de Cristo por números inteiros negativos e os anos depois de Cristo por números inteiros positivos. Utiliza-se, nesta forma de datação, os calendários Juliano e Gregoriano. O termo Anno Domini é, por vezes substituído pela expressão, mais formal e descritiva Anno Domini Nostri Iesu Christi (\"Ano de Nosso Senhor Jesus Cristo\"). É, por vezes, ainda substituído pela expressão na era da Graça. A forma de datação segundo o Anno Domini foi primeiramente utilizada na Europa Ocidental durante o século VIII. Portugal foi um dos últimos países a adotar o novo método, imposto pelo rei D. João I, a 15 de Agosto de 1422, em substituição da era de César. A Espanha já o usava desde meados do século precedente. Nem todos os países seguem o calendário ocidental: judeus e muçulmanos, por exemplo, organizam anos e meses de maneiras diferentes. Contudo, é o padrão internacional, sendo reconhecido por instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas ou a União Postal Universal. Isso justifica-se tanto pelo peso da tradição ocidental quanto pelo facto de que o Calendário Gregoriano foi, durante muito tempo, considerado astronomicamente correto."@pt . "A América Latina (em espanhol América Latina ou Latinoamérica, em francês Amérique Latine) é uma região da América onde são faladas primordialmente línguas românicas - particularmente o espanhol, o português e, ocasionalmente, o francês. A América Latina tem uma área aproximada de 21 069 501 km², cerca de 3,9% da superfície da Terra, ou cerca de 14,1% da sua superfície terrestre. Em 2008, a sua população estava estimada em mais de 569 milhões de habitantes. A América Latina compreende a quase totalidade da América do Sul e Central Continental, as exceções são os países sul-americanos Guiana e Suriname e o centro-americano Belize, que são países de línguas germânicas. Também engloba alguns países da América Central Insular como Cuba, Haiti e República Dominicana. Da América do Norte, apenas o México é considerado como parte da América Latina. Os demais países americanos restantes tiveram colonização majoritariamente anglo-saxônica, com exceção de Québec, que é de colonização francesa (portanto, latina) e dos estados do sudoeste dos Estados Unidos, de colonização espanhola, além da Luisiana, que tem colonização francesa. A América Latina engloba 20 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Ainda na América Latina existem mais 11 territórios que não são independentes, portanto não podem ser considerados países, mas, ainda assim, latinos. A expressão América Latina foi utilizado pela primeira vez em 1856 pelo filósofo chileno Francisco Bilbao e, no mesmo ano, pelo escritor colombiano José María Torres Caicedo; e apoiado pelo imperador francês Napoleão III durante sua invasão francesa no México como forma de incluir a França e excluir os anglo-saxões entre os países com influência na América, citando também a Indochina como área de expansão da França na segunda metade do século XIX. Deve-se também observar que na mesma época foi criado o conceito de Europa Latina, que englobaria as regiões de predomínio de línguas românicas. Pesquisas sobre a expressão conduzem a Michel Chevalier, que mencionou o termo América Latina em 1836, durante missão diplomática feita aos Estados Unidos e ao México. Nos Estados Unidos, o termo não foi usado até o final do século XIX, e só se tornou comum para designar a região ao sul daquele país já no início do século XX. Ao final da Segunda Guerra Mundial, a criação da CEPAL consolidou o uso da expressão como sinônimo dos países menos desenvolvidos dos continentes americanos, e tem, em consequência, um significado mais próximo da economia e dos assuntos sociais. Convém observar que a ONU reconhece a existência de dois continentes: América do Sul, e América do Norte, sendo que esta última se subdivide em Caribe, América Central e América do Norte propriamente dita, englobando México, Estados Unidos e Canadá, além das ilhas de Saint Pierre et Miquelon, Bermudas e a Groenlândia. As antigas colônias neerlandesas Suriname, as Antilhas Neerlandesas e Aruba não são habitualmente consideradas partes da América Latina, embora a segunda língua mais falada seja o Papiamento, linguagem de influência ibérica, falada pela maioria de sua população. Às vezes, particularmente nos Estados Unidos, o termo América Latina é utilizado para se referir a todos os americanos ao sul dos EUA, incluindo também países como Jamaica, Barbados, Trinidad e Tobago, Guiana e Suriname onde o idioma não-românico prevalece."@pt . "O Anarcocapitalismo, por vezes designado por libertarismo anarquista, ou anarquismo de propriedade privada ou ainda anarquismo de livre mercado, é uma versão radical do liberalismo clássico e anarquismo individualista. Tem como postulado que as formas de governo, principalmente as concepções estatais, são prejudiciais e desnecessárias, especialmente instituições estatais relacionadas a funções jurídicas e de segurança. Em assuntos econômicos, o anarcocapitalismo defende o capitalismo como a forma de organização mais eficiente e rejeita qualquer tipo de controle governamental, impostos ou regulamentos. Considera que a segurança e a justiça são serviços como quaisquer outros, e que um mercado competitivo pode fornecer esses serviços muito melhor do que um governo monopolista. Os defensores do anarcocapitalismo concebem a sua filosofia política enquanto parte da tradição anarquista, no entanto, diferente de outras vertentes anarquistas (socialistas), e na perspectiva de muitas destas, os anarcocapitalistas negam as possíveis formas de dominação existentes no capitalismo e no chamado \"Livre Mercado\"."@pt . "Anarquismo (do grego ἀναρχος, transl. anarkhos, que significa \"sem governantes\", a partir do prefixo ἀν-, an-, \"sem\" + ἄρχή, arkhê, \"soberania, reino, magistratura\" + o sufixo -ισμός, -ismós, da raiz verbal -ιζειν, -